Olá, meus caros.
Vivemos em um mundo onde as pessoas estão obcecadas em demonstrar cultura e inteligência a qualquer custo. Um dos sintomas desse bizarro fenômeno é o fato de certas pessoas tentarem extrair significado de algo que não o possui. Por exemplo: escrever uma tese sobre um quadro de arte moderna que não passa de um monte de rabiscos. São pessoas que possuem deficiência crônica em diferenciar arte de lixo. Pessoas estas que acham louvável uma peça de teatro onde alguns atores completamente despidos ficam ajoelhados, formam uma ciranda e ficam enfiando o dedo de um no ânus do outro. Quem são essas criaturas geniais? São os visionários e foras-da-curva, certo?
Vivemos em um mundo onde as pessoas estão obcecadas em demonstrar cultura e inteligência a qualquer custo. Um dos sintomas desse bizarro fenômeno é o fato de certas pessoas tentarem extrair significado de algo que não o possui. Por exemplo: escrever uma tese sobre um quadro de arte moderna que não passa de um monte de rabiscos. São pessoas que possuem deficiência crônica em diferenciar arte de lixo. Pessoas estas que acham louvável uma peça de teatro onde alguns atores completamente despidos ficam ajoelhados, formam uma ciranda e ficam enfiando o dedo de um no ânus do outro. Quem são essas criaturas geniais? São os visionários e foras-da-curva, certo?
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| Eu realmente gostaria que a situação descrita acima fosse invenção minha, todavia... |
Nada mais lógico, não é mesmo? Já que essas criaturas são incapazes de criar arte pura, bela e imaculada, precisam se contentar e se ajudar através do lixo que suas mentes intelectualmente ociosas produzem. Passe a mão no meu ego e eu passo no seu. As regras e o tradicionalismo artístico caíram no ostracismo e deram lugar à abjeções incompreensíveis que insistem em advocar como arte entre os círculos de masturbadores intelectuais. A degeneração criativa, a falsidade intelectual e a mentira descarada são as ferramentas do ofício dessa classe que tarda a encarar a cruel e verdadeira realidade: que eles são fracassos contundentes naquilo que tentam fazer. Me responda o que Michelangelo acharia de Pollock? Dar risadas seria o mínimo que Michelangelo faria. Depois sem dúvidas, mandaria Pollock estudar arte ou se tratar em um manicômio.
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| Nº 5 de Jackson Pollock. Vendido por 140 milhões de dólares. Parece brincadeira, né? |
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| Capela Sistina do grande mestre Buonarroti. |
Mas em sua esmagadora maioria, arte moderna/contemporânea é sinônimo de lixo. Esse ramo da arte se tornou uma desculpa esfarrapada para algo medíocre/ruim ser aceito nos círculos de pseudointelectuais com a decorosa roupagem de arte verdadeira. Para aqueles que gostam da
repugnância artística na maioria da literatura, música, pintura e escultura da
atualidade, sugiro veementemente para reavaliarem seus padrões artísticos. Indubitavelmente, há aqueles que acham que estou falando abobrinha. Mas é igualmente indubitável que as pessoas que pensam assim não conseguem desenhar uma linha reta. Nessas condições é plenamente compreensível que muitos sejam contra esse raciocínio.
Não
nivele algo por baixo. Nivele por cima. Só assim é possível crescer, melhorar e
se superar, para gradativamente tornar-se um artista melhor e/ou um apreciador mais coerente. Não tenha Oswald
de Andrade ou Willem de Kooning como exemplos de artistas. Tenha Olavo Bilac ou Peter Paul Rubens.
Esqueça Pollock e seus enfadonhos rabiscos que um bebê conseguiria fazer
e valorize quem de fato se dedica para criar algo capaz de enriquecer a mente e
aquecer o coração de todo e qualquer ser humano. Se você continua achando que enfiar o dedo no ânus de outra pessoa ou ainda, que uma tela cheia de rabiscos possui status de arte, recomendo-lhe o que Michelangelo recomendou a Pollock logo acima: se interne num manicômio!
Nivele por cima!
Pra finalizar, caro leitor, deixo a seguinte questão: Qual das pinturas abaixo você teria orgulho de ver um filho(a) pintando?
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| Interchange (1955) de Willem de Kooning, leiloado por 300 milhões de dólares. A que nível a burrice humana é capaz de chegar? |
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| The Honeysuckle Bower (1609) de Peter Paul Rubens, valor inestimável. |





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