Novo mundo
Iludem-se aqueles que não
creem na igualdade
da ignorância,
disseminada pelo ócio e
mentiras daqueles
pagos para não mentir.
Por que aguardar por algo
que nunca chegará?
Nesse intermitente mundo
de adiposidades, restringimos
nosso âmago ao mísero e esquecível.
O metafórico abismo da
consciência se aprofunda
nas dores dos gritos
que ninguém jamais escuta.
Na longa e soturna
história humana,
perdemos a benevolência
e nos esquecemos de procura-lá.
Nossa voz se encarcerou
no próprio ego do século.
Nosso mundo novo é visto
através do espelho do
egoísmo e rancor.
As trevas crescem e
nos absorvem.
Vivemos em um quarto
sem luz...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário