A Cidade
O Imortal,
cristalino,
insigne.
Abre seus braços
para o fervor do desconhecido.
Para os melhores sonhos...
O caminho a seguir da escaldante estrada
da vida.
Estrada que cresce e decresce.
Estrada que leva a ela... Nossa cidade.
Isolada no interior do Estado da Fé.
Contribui para o meio.
Tempo de crendice.
Daqueles dias temperados, inócuos ou adiposos.
Sua população caminha sem olhar, ver ou falar.
A Cidade é que fala.
Discursa para o vento.
Canta para o derradeiro espírito do homem.
Sua eterna canção se dissipa no limiar da discordância
irracional.
Essa é nossa cidade.
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